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terça-feira, 16 de maio de 2023

O que são ETFs Americanos, Como Comprar esses Fundos.

 

 Investir em ETFs e diversificar seu portfólio.


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O que são ETFs? Descubra tudo sobre esses fundos negociados em bolsa

Um ETF, sigla para Exchange Traded Fund (Fundo Negociado em Bolsa, em português), é um tipo de fundo de investimento que é negociado em bolsas de valores, assim como as ações.

Ele é projetado para rastrear o desempenho de um índice específico, setor, commodity, moeda ou estratégia de investimento.

Como investir em ETFs e diversificar seu portfólio de forma inteligente


Os ETFs são estruturados de forma a representar a propriedade de um portfólio diversificado de ativos subjacentes, que podem incluir ações, títulos, commodities ou uma combinação desses ativos.

Eles são criados e administrados por gestoras de fundos de investimento e são adquiridos pelos investidores através de corretoras, da mesma forma que se compraria uma ação.

Uma das principais características dos ETFs é a sua capacidade de oferecer exposição a um determinado mercado ou segmento de forma ampla, permitindo aos investidores diversificar seus portfólios de maneira eficiente.

Além disso, eles são negociados em tempo real durante o horário de funcionamento do mercado, o que proporciona liquidez e flexibilidade aos investidores.

Os ETFs têm ganhado popularidade devido a algumas vantagens que oferecem, como custos mais baixos em comparação com fundos mútuos tradicionais, transparência em relação à composição dos ativos e a possibilidade de negociação intradiária.

Existem ETFs que buscam replicar o desempenho de índices amplos, como o S&P 500, e também aqueles que se concentram em setores específicos, commodities, moedas estrangeiras, entre outros.

É importante ressaltar que, assim como qualquer investimento, os ETFs apresentam riscos, e é recomendável que os investidores avaliem cuidadosamente seus objetivos e perfil de risco antes de investir em um determinado ETF.

Como funcionam os ETFs: do processo de criação ao mercado secundário


Os ETFs funcionam de forma semelhante às ações, permitindo aos investidores comprar e vender unidades do fundo ao longo do dia de negociação. Aqui está uma explicação geral de como eles funcionam:

Criação do ETF: A gestora do ETF cria o fundo, determinando a composição dos ativos subjacentes que serão mantidos pelo ETF. Esses ativos podem incluir ações, títulos, commodities, moedas, entre outros.

Criação de unidades: A gestora do ETF emite um grande bloco de unidades do fundo, conhecido como cesta de criação. Essa cesta de criação representa a propriedade dos ativos subjacentes do ETF.

Geralmente, a cesta de criação é composta por um número fixo de unidades (por exemplo, 50.000) e é geralmente adquirida por instituições financeiras autorizadas, conhecidas como "criadores de mercado autorizados".

Negociação em bolsa: Uma vez que as unidades do ETF tenham sido criadas, elas começam a ser negociadas em bolsas de valores, assim como as ações. Os investidores podem comprar e vender essas unidades do ETF durante o horário de funcionamento do mercado.

Preço de mercado: O preço das unidades de um ETF no mercado é determinado pela oferta e demanda dos investidores.

Se houver muita demanda por um ETF, o preço pode subir acima do valor líquido do ativo (NAV, na sigla em inglês) do ETF. Por outro lado, se houver pouca demanda, o preço pode cair abaixo do NAV.

Arbitragem:
O processo de arbitragem mantém o preço do ETF alinhado com o seu NAV. Os criadores de mercado autorizados têm a capacidade de criar novas unidades do ETF ou resgatá-las, com base na diferença entre o preço de mercado e o NAV do ETF.

Se o preço de mercado estiver acima do NAV, eles podem criar novas unidades e vendê-las no mercado para obter lucro. Se estiver abaixo do NAV, eles podem comprar unidades no mercado, resgatá-las com a gestora do ETF e obter um lucro.

Dividendos e despesas: Muitos ETFs distribuem dividendos aos investidores, correspondentes aos rendimentos gerados pelos ativos subjacentes. Além disso, os ETFs também têm despesas, como taxas de gestão e custos operacionais, que são deduzidos dos ativos do fundo.


Liquidez diária: entenda como a negociação de ETFs ocorre em tempo real


Os ETFs geralmente possuem liquidez diária. Isso significa que os investidores podem comprar e vender unidades do ETF a qualquer momento durante o horário de funcionamento do mercado.

As transações de compra e venda são executadas no mercado secundário, ou seja, entre os investidores, e não diretamente com a gestora do ETF.

A liquidez diária é uma característica importante dos ETFs, pois permite aos investidores entrar ou sair de suas posições de forma rápida e eficiente.

Os preços das unidades do ETF são determinados pela oferta e demanda no mercado, e a negociação ocorre como a de ações, por meio de corretoras.

No entanto, é importante mencionar que a liquidez pode variar entre os diferentes ETFs. Alguns ETFs mais populares e amplamente negociados tendem a ter alta liquidez, com um grande volume de negociação e estreita diferença entre os preços de compra e venda (spread).

Por outro lado, ETFs menos conhecidos ou com menor volume de negociação podem apresentar menor liquidez, o que pode resultar em spreads mais amplos e maior dificuldade na compra ou venda de unidades.

Antes de investir em um ETF, é recomendável verificar o volume médio de negociação, a liquidez do mercado e a diferença entre os preços de compra e venda para garantir que ele atenda às suas necessidades de liquidez.


Conheça as diferentes opções disponíveis para investidores


Existem diversos tipos de ETFs disponíveis no mercado, cada um projetado para atender a diferentes estratégias de investimento e necessidades dos investidores. Aqui estão alguns dos tipos mais comuns de ETFs:

ETFs de Índice: Esses ETFs buscam replicar o desempenho de um índice específico, como o S&P 500, Dow Jones Industrial Average ou o índice de um mercado específico.

Eles investem em uma cesta diversificada de ações que compõem o índice, permitindo aos investidores obter exposição ampla a um determinado mercado.

ETFs Setoriais: Esses ETFs se concentram em setores específicos da economia, como tecnologia, energia, saúde, financeiro, entre outros.

Eles oferecem aos investidores a oportunidade de investir em setores específicos, em vez de investir em todo o mercado.

ETFs de Mercados Emergentes: Esses ETFs investem em ações e títulos de mercados emergentes, que são economias em desenvolvimento com alto potencial de crescimento.

Eles permitem aos investidores obter exposição a países como Brasil, China, Índia, entre outros.

ETFs de Renda Fixa: Esses ETFs investem em títulos de renda fixa, como títulos do governo, títulos corporativos ou títulos municipais. Eles fornecem aos investidores acesso ao mercado de renda fixa de forma diversificada e eficiente.

ETFs de Commodities: Esses ETFs buscam acompanhar o desempenho de commodities físicas, como ouro, prata, petróleo, gás natural, entre outras. Eles permitem aos investidores obter exposição a essas commodities sem a necessidade de comprar e armazenar os ativos físicos.

ETFs de Dividendos: Esses ETFs investem em ações de empresas que pagam dividendos consistentes. Eles são projetados para oferecer aos investidores renda de dividendos, além do potencial de valorização do capital.

ETFs de Moedas: Esses ETFs buscam acompanhar o desempenho de moedas estrangeiras em relação a uma moeda base, como o dólar americano ou o euro.

Eles permitem aos investidores especular sobre movimentos cambiais ou proteger-se contra flutuações de moeda.

Pagam dividendos mensais?


Alguns ETFs distribuem dividendos mensais, mas isso varia de acordo com o tipo e a estratégia de cada ETF específico. Nem todos os ETFs pagam dividendos e, mesmo entre aqueles que pagam, a frequência dos pagamentos pode variar.

Os ETFs que investem em ações de empresas que pagam dividendos geralmente distribuem os dividendos recebidos aos investidores do ETF.

Esses dividendos podem ser pagos mensalmente, trimestralmente, semestralmente ou anualmente, dependendo das políticas do ETF e do calendário de pagamento de dividendos das empresas subjacentes.

Por outro lado, alguns ETFs, como os ETFs de renda fixa, podem distribuir rendimentos gerados pelos títulos de renda fixa que compõem o fundo

Esses pagamentos de juros também podem ocorrer em diferentes frequências, dependendo dos prazos e das características dos títulos mantidos pelo ETF.

É importante verificar as informações específicas de cada ETF para entender se ele paga dividendos, qual é a frequência dos pagamentos e qual é a política de distribuição de rendimentos.

Essas informações podem ser encontradas nos prospectos, nos relatórios periódicos do ETF e nas informações disponibilizadas pela gestora do fundo.


Impostos e custos associados aos ETFs: saiba o que considerar antes de investir


Os ETFs têm custos associados, que podem variar de acordo com o fundo específico. Aqui estão alguns dos principais custos e impostos relacionados aos ETFs:

Taxa de Gestão: É a taxa cobrada pela gestora do ETF para administrar o fundo. Essa taxa é expressa como uma porcentagem do patrimônio líquido do fundo e é deduzida diretamente dos ativos do ETF.

Por exemplo, se um ETF tiver uma taxa de gestão de 0,5% ao ano e um patrimônio líquido de R$ 10 milhões, a taxa de gestão seria de R$ 50.000 por ano.

Spread: O spread representa a diferença entre o preço de compra (oferta) e o preço de venda (demanda) de uma unidade do ETF.

Essa diferença representa os custos de transação e a remuneração das corretoras. Um spread mais amplo pode resultar em custos de negociação mais altos para os investidores.

Comissão de Corretagem: Algumas corretoras cobram uma comissão por cada transação de compra ou venda de unidades de ETF. Essas taxas podem variar e é importante verificar as políticas da corretora específica utilizada.

Imposto de Renda: No Brasil, os rendimentos gerados por ETFs estão sujeitos à tributação de Imposto de Renda. As alíquotas e regras específicas podem variar dependendo do tipo de ETF e do prazo de permanência do investimento.

É importante consultar a legislação tributária vigente e considerar a orientação de um profissional especializado para entender como os impostos se aplicam aos seus investimentos em ETFs.

Outros Custos: Além dos custos mencionados acima, é possível que alguns ETFs tenham outros custos associados, como taxas de custódia, taxas de auditoria, despesas administrativas, entre outros.

 Essas informações podem ser encontradas nos prospectos e nos relatórios do fundo.


Como investir em ETFs: passo a passo para começar a investir com sucesso


Para investir em ETFs, você pode seguir os seguintes passos:

Defina seus objetivos de investimento: Antes de investir em ETFs, determine quais são seus objetivos financeiros, horizonte de investimento e tolerância ao risco. Isso ajudará a escolher os ETFs adequados para o seu perfil de investidor.

Faça sua pesquisa: Pesquise os diferentes ETFs disponíveis no mercado, considerando fatores como o tipo de ativo subjacente, estratégia de investimento, desempenho passado, custos e liquidez.

Você pode consultar sites financeiros, ler prospectos de ETFs e buscar orientação de profissionais especializados.

Escolha uma corretora: Abra uma conta em uma corretora de valores mobiliários. Certifique-se de escolher uma corretora que ofereça negociação de ETFs. Verifique as taxas de corretagem, a plataforma de negociação e a qualidade do suporte ao cliente.

Verifique os requisitos de investimento mínimo: Alguns ETFs podem ter requisitos de investimento mínimo, ou seja, um valor mínimo necessário para investir. Verifique se você atende a esses requisitos antes de prosseguir.

Coloque seu pedido de compra: Após abrir uma conta na corretora, deposite os fundos necessários para investir no ETF escolhido.

Em seguida, acesse a plataforma de negociação da corretora e coloque seu pedido de compra de unidades do ETF, especificando o número de unidades que deseja adquirir e o preço limite, se desejar.

Acompanhe seu investimento: Após a compra, acompanhe regularmente o desempenho do seu investimento em ETFs. Verifique se ele está alinhado com seus objetivos e faça ajustes, se necessário, de acordo com suas estratégias de investimento.

Conclusão


 Um ETF (Exchange Traded Fund) é um tipo de fundo de investimento negociado em bolsa que busca replicar o desempenho de um índice, setor, commodity, moeda ou estratégia de investimento específica.

Eles oferecem aos investidores a oportunidade de diversificar seus portfólios de maneira eficiente, com custos geralmente mais baixos em comparação com fundos mútuos tradicionais.

Os ETFs funcionam por meio da criação de unidades do fundo, que representam a propriedade dos ativos subjacentes, e são negociados em bolsas de valores, permitindo aos investidores comprá-los e vendê-los ao longo do dia de negociação.

A liquidez diária dos ETFs proporciona flexibilidade aos investidores.


Existem diversos tipos de ETFs disponíveis, como ETFs de índice, setoriais, de mercados emergentes, de renda fixa, de commodities, entre outros.

Cada tipo de ETF tem características específicas e oferece exposição a diferentes classes de ativos ou estratégias de investimento.

Em relação aos custos e impostos, os ETFs têm taxas de gestão, spreads, possíveis comissões de corretagem e estão sujeitos a tributação de Imposto de Renda.

É importante considerar esses custos ao avaliar o desempenho e a adequação de um ETF para seus objetivos de investimento.

Como em qualquer tipo de investimento, é recomendável pesquisar e entender completamente um ETF específico antes de investir.

Ler o prospecto, analisar as informações disponíveis e, se necessário, buscar orientação de um profissional financeiro qualificado podem ajudar na tomada de decisões informadas e conscientes.

É importante ressaltar que, assim como qualquer investimento, os ETFs apresentam riscos, e é recomendável que os investidores avaliem cuidadosamente seus objetivos e perfil de risco antes de investir em um determinado ETF.

terça-feira, 9 de maio de 2023

REITs: Opção para Investir e Receber Dividendos Mensais nos Fundos Americanos.

REITs: Qual é a Melhor Opção nos Fundos Imobiliários Americanos


Descrição: Aprenda tudo sobre REITs, como funcionam, seus tipos e vantagens. Descubra como investir com sucesso em REITs e diversificar seu portfólio. Guia completo atualizado para 2023.


REITs (Real Estate Investment Trusts) são empresas que investem em imóveis e atuam como intermediárias entre investidores e o mercado imobiliário.

 Essas empresas possuem um portfólio de propriedades imobiliárias, que podem incluir escritórios, shoppings, apartamentos, hotéis, armazéns e outros tipos de imóveis.

Os REITs são estruturados de forma a proporcionar aos investidores a oportunidade de participar dos lucros e rendimentos gerados pelos imóveis sem que seja necessário adquirir diretamente a propriedade física. 

Os investidores podem comprar ações de um REIT em bolsas de valores, o que lhes permite obter exposição ao mercado imobiliário sem a necessidade de comprar imóveis individuais.

Uma das principais características dos REITs é a obrigatoriedade de distribuir a maior parte dos seus lucros aos acionistas, geralmente na forma de dividendos. Isso faz com que os REITs sejam atrativos para investidores que buscam renda regular proveniente do mercado imobiliário.

Os REITs são regulamentados por leis específicas em diferentes países e oferecem uma forma acessível e diversificada de investir em imóveis, especialmente para investidores individuais.

 Além disso, permitem a liquidez e a facilidade de negociação, já que suas ações podem ser compradas e vendidas em bolsas de valores.

Existem diversos tipos de REITs, cada um com foco em um segmento específico do mercado imobiliário. Alguns dos tipos mais comuns de REITs incluem:

REITs de Renda: Investem principalmente em propriedades comerciais, como escritórios, shoppings, centros comerciais e hotéis. O objetivo é gerar renda por meio do aluguel e operação dessas propriedades.

REITs Residenciais: Concentram-se em investir em apartamentos e outras propriedades residenciais, como condomínios e casas para aluguel. Os ganhos são obtidos por meio do aluguel dessas unidades.

REITs Industriais: Investem em propriedades industriais, como armazéns, centros de distribuição e instalações de logística. Esses REITs se beneficiam do aluguel dessas propriedades para empresas que necessitam de espaço para suas operações comerciais.

REITs de Saúde: Especializam-se em investimentos em imóveis do setor de saúde, como hospitais, clínicas, centros de saúde e instalações de cuidados de longa duração. A receita é gerada por meio do aluguel dessas propriedades para operadores de saúde.

REITs de Infraestrutura: Investem em ativos de infraestrutura, como estradas, pontes, portos, torres de comunicação e sistemas de energia. Os ganhos são obtidos por meio do recebimento de pagamentos de concessões ou do aluguel desses ativos.

REITs de Hipotecas: Em vez de investir diretamente em propriedades, esses REITs investem em hipotecas imobiliárias. Eles ganham dinheiro através dos juros e pagamentos de principal provenientes dos empréstimos hipotecários.

REITs de Dívida: Concentram-se em investir em títulos de dívida relacionados ao setor imobiliário, como títulos garantidos por hipotecas ou títulos lastreados por recebíveis imobiliários.

Os REITs são regulamentados nos Estados Unidos por leis específicas, como o Internal Revenue Code (Código de Receita Interna) do país.

 Os FIIs, por sua vez, são regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil. Cada país pode ter suas próprias leis e regulamentações específicas para os FIIs.

Forma jurídica: Os REITs podem ser estruturados como empresas ou trustes, enquanto os FIIs são geralmente estruturados como fundos de investimento.

 Os FIIs são veículos de investimento coletivo em que os investidores compram cotas do fundo, enquanto os REITs emitem ações que podem ser negociadas em bolsas de valores.

Dividendos e distribuição de lucros: Os REITs têm a obrigação legal de distribuir a maior parte de seus lucros aos acionistas, geralmente na forma de dividendos.

 Essa distribuição é isenta de impostos para os REITs nos Estados Unidos, desde que atendam a certos requisitos. 

Já os FIIs também são obrigados a distribuir a maior parte de seus lucros aos cotistas, mas essas distribuições podem ser sujeitas à incidência de impostos, dependendo do país.

Ativos investidos: Tanto os REITs quanto os FIIs investem em imóveis, mas podem ter enfoques diferentes. 

Os REITs podem investir em diversos tipos de imóveis, como escritórios, shoppings, residenciais, industriais, entre outros.

 Já os FIIs podem ter uma estratégia de investimento mais específica, focando em um determinado segmento imobiliário, como shoppings, lajes corporativas, galpões logísticos, entre outros.

Mercado de negociação: Os REITs são amplamente negociados em bolsas de valores, permitindo que os investidores comprem e vendam suas ações com facilidade.

 Os FIIs, por outro lado, são negociados na forma de cotas em mercados secundários, como a Bolsa de Valores, mas nem todos os FIIs são tão líquidos quanto os REITs.

A seguir estão alguns dos maiores REITs dos Estados Unidos.

Simon Property Group (SPG)

Prologis (PLD)

Equinix (EQIX)

American Tower Corporation (AMT)

Crown Castle International (CCI)

Public Storage (PSA)

Welltower (WELL)

AvalonBay Communities (AVB)

Digital Realty Trust (DLR)

Ventas (VTR)

Essas empresas são líderes no setor imobiliário e possuem uma presença significativa em diferentes segmentos, como shoppings, imóveis industriais, data centers, torres de comunicação e cuidados de saúde.

 No entanto, é importante ressaltar que as classificações de tamanho podem variar ao longo do tempo, conforme o mercado evolui. 

É recomendado realizar pesquisas e consultar fontes confiáveis ao analisar investimentos em REITs.

 




segunda-feira, 8 de maio de 2023

Juros Compostos e a Magia do Rendimento, Aprenda Como Simular

 

Juros Compostos e a Magia do Rendimento, Aprenda Como Simular

"Desvendando os Juros Compostos: Simule e Descubra a Magia do Rendimento"


Os juros compostos são uma das maiores maravilhas do mundo dos investimentos. 

Eles são a mágica por trás do crescimento do dinheiro ao longo do tempo, fazendo com que pequenas quantias se transformem em grandes fortunas. Mas afinal, o que são juros compostos e como eles funcionam? 

Os juros compostos são uma forma de cálculo de juros que leva em conta o valor inicial investido, os juros gerados a cada período e o tempo de investimento. 

Ou seja, os juros são calculados não apenas sobre o valor inicial investido, mas também sobre os juros acumulados nos períodos anteriores. 

Dessa forma, o valor final do investimento é muito maior do que seria se os juros fossem simples, ou seja, calculados apenas sobre o valor inicial. 

Para entender melhor a diferença entre juros simples e compostos, imagine que você investiu R$1.000,00 por um ano, com uma taxa de juros de 10% ao ano.

 No caso dos juros simples, você receberia R$100,00 de juros ao final do ano, totalizando R$1.100,00. Já no caso dos juros compostos, você receberia R$110,00 de juros ao final do ano, totalizando R$1.110,00.

 Essa diferença de R$10,00 pode parecer pequena, mas ao longo dos anos ela se transforma em uma grande diferença. 

A mágica da rentabilidade dos juros compostos está no fato de que, quanto mais tempo o dinheiro fica investido, maior é o efeito dos juros compostos

 Dessa forma, é possível obter uma rentabilidade muito alta mesmo com investimentos de baixo risco, desde que o tempo de investimento seja longo o suficiente. 

Por exemplo, se você investir R$10.000,00 com uma taxa de juros de 10% ao ano, em 30 anos, utilizando juros compostos, o cálculo seria:

Valor final = valor inicial x (1 + taxa de juros) ^ tempo

Onde:

Valor inicial = R$10.000,00 Taxa de juros = 10% ao ano Tempo = 30 anos

Substituindo na fórmula:

Valor final = R$10.000,00 x (1 + 0,10) ^ 30 Valor final = R$10.000,00 x 1,10 ^ 30 Valor final = R$174.494,02

Portanto, após 30 anos investindo R$10.000,00 com uma taxa de juros de 10% ao ano e utilizando juros compostos, o valor final seria de R$174.494,02.

 Ou seja, o valor inicial se multiplicou mais de 17 vezes em apenas 30 anos. Para aproveitar ao máximo a magia dos juros compostos, é importante investir regularmente e reinvestir os juros obtidos.

 Dessa forma, é possível acelerar ainda mais o crescimento do dinheiro ao longo do tempo.

 Em resumo, os juros compostos são uma das melhores formas de alcançar a independência financeira e garantir uma aposentadoria tranquila. 

Com a disciplina e a perseverança necessárias para manter um investimento a longo prazo, é possível multiplicar o valor investido várias vezes e alcançar grandes objetivos financeiros.

Educação Financeira para Crianças: saiba por onde começar.

Educação Financeira para Crianças: Construindo Sonhos 


"Ensine Seus Filhos a Serem Financeiramente Inteligentes: Construindo Reservas e Realizando Sonhos Juntos"
Construindo Sonhos


A educação financeira para crianças é um assunto cada vez mais importante, já que o mundo está cada vez mais conectado e o dinheiro faz parte do dia a dia de todos. 

É fundamental que os pais ou responsáveis incentivem desde cedo o desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis e conscientes nos seus filhos.

A seguir, apresentamos algumas dicas para educar as crianças financeiramente:

Ensine a diferença entre necessidades e desejos: É importante que as crianças entendam que existem coisas que precisamos para sobreviver, como alimentos e roupas, e outras que queremos, mas que não são essenciais.

 Ensine que antes de comprar algo é preciso pensar se realmente é necessário.

1- Use exemplos práticos:

Faça com que as crianças aprendam de forma lúdica e prática, como em um jogo de compras, onde elas podem escolher os produtos e calcular o valor final, para que entendam como funciona o processo de compra e pagamento.

2- Estimule a economia:

Incentive as crianças a economizar dinheiro, oferecendo um cofrinho, por exemplo. 

E mostre que guardar dinheiro é importante para alcançar objetivos futuros, como comprar um brinquedo ou fazer uma viagem.

3- Ensine sobre planejamento financeiro:

Mostre que é importante planejar gastos e fazer um orçamento, para que possam controlar as despesas e economizar dinheiro.

Dê o exemplo: Os pais ou responsáveis devem ser o exemplo para as crianças, evitando compras impulsivas e desnecessárias, e mostrando como é importante economizar e planejar gastos.

4- Ensine sobre investimentos: 

Mesmo que de forma simplificada, é importante que as crianças entendam como funciona o investimento, mostrando como o dinheiro pode render com o tempo e incentivando a poupança.

5- Acompanhe o desenvolvimento financeiro da criança: 

Esteja sempre presente, incentivando e ajudando a criança a desenvolver hábitos financeiros saudáveis, acompanhando e corrigindo possíveis erros ou desvios de comportamento financeiro.

A educação financeira para crianças pode parecer complexa, mas é uma prática fundamental para que elas cresçam conscientes e responsáveis financeiramente. 

É importante que os pais ou responsáveis incentivem o diálogo e a construção de hábitos financeiros saudáveis desde cedo, para que as crianças cresçam com um olhar crítico e consciente sobre o dinheiro e seus gastos.